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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Horário de Verão 2015-2016 - Debian/CentOS

Uma postagem rápida para atualizar os servidores para entrar e sair do horário de Verão de 2015/2016

root@srv:~# ls -l /usr/share/zoneinfo/Brazil/
-rw-r--r-- 1 root root  626 Jun 15  2014 Acre // -5  horas em relação a Greenwich
-rw-r--r-- 1 root root  714 Jun 15  2014 DeNoronha // -2  horas em relação a Greenwich
-rw-r--r-- 1 root root 2001 Jun 15  2014 East // -3  horas em relação a Greenwich
-rw-r--r-- 1 root root  602 Jun 15  2014 West // -4  horas em relação a Greenwich


Cada arquivo representa uma região do Brasil. Estou 3 horas atrasado em relação ao Meridiano de Greenwich, representado pelo arquivo de zona East, este arquivo possui as linhas necessárias para a entrada e saída do horário de verão automaticamente.

Saiba mais: http://www.brasilescola.com/brasil/fuso-horario-brasileiro.htm

#Debian:
Atualizando e instalando:

apt-get update
apt-get install tzdata tzdata-java
zdump -v Brazil/East |grep 201[56]
date
ou
apt-get update && apt-get install tzdata tzdata-java && zdump -v Brazil/East |grep 201[5] && date

#CentOS

Atualizando e instalando:

yum  install tzdata tzdata-java
zdump -v Brazil/East |grep 201[35]
date
ou
yum  install tzdata tzdata-java && zdump -v Brazil/East |grep 201[35] && date

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Montando Pendrive no RaspBerry PI

Passo 1: Identificar a UUID do PenDrive
Identificar o UUID do seu pendrive, assim caso o sistema sofra alguma alteração o pendrive vai ser sempre reconhecido e contado no seu devido lugar.

# ls -l /dev/disk/by-uuid/

lrwxrwxrwx 1 root root  9 Set 25 20:03 12ED-0B9A -> ../../sda
lrwxrwxrwx 1 root root 15 Jun  1 20:31 13d368bf-6dbf-4751-8ba1-88bed06bef77 -> ../../mmcblk0p2
lrwxrwxrwx 1 root root 15 Jun  1 20:31 15CD-3B79 -> ../../mmcblk0p1
lrwxrwxrwx 1 root root 10 Set 25 20:05 330C-8886 -> ../../sda1

A linha grafada em laranja  exemplifica a uuid do pendrive, note que ele foi reconhecido como sda1, e seu uuid é 330C-8886, mas  nada impediria de se usar a notação /dev/sda1, iria funcionar normalmente, o problema esta quando o pendrive for substituído, o uuid dele ira mudar, mas ele ainda poderá ser reconhecido com sda1 pelo sistema.

Usar o UUID garante que estamos utilizando o pendrive correto.

Nota: Para cada formatação realizada no pendrive um novo uuid será gerado. 

Passo 2: Preparando o ponto de montagem
# mkdir /pendrive
# chown -R pi:pi /pendrive

Passo 3: Montando o pendrive com permissões de escrita para o usuário pi

As duas formas abaixo são válidas para montar o pendrive, note que uma é usada a notação com /dev/sda1 e na outra é utilizado o uuid do dispositivo, claro que na linha de comando o mais fácil é utilizar o /dev/sdxx

mount /dev/sda1 /media/usb -o uid=pi,gid=pi

mount -t vfat UUID=330C-8886 /pendrive -o uid=pi,gid=pi 

Passo 4: Automatizando

Acrescente a linha abaixo no arquivo /etc/fstab

UUID=330C-8886   /pendrive  vfat   auto,users,rw,uid=pi,gid=pi  0  0

Não esqueça de altera  a coluna UUID=330C-8886 com uuid listada no seu sistema.


Referências:
http://www.raspberrypi-spy.co.uk/2014/05/how-to-mount-a-usb-flash-disk-on-the-raspberry-pi/


terça-feira, 29 de setembro de 2015

RaspBerry PI2 como WebServer - LEMP



Todos já ouvimos falar sobre a combinação LAMP[ Linux, Apache, mysql e PHP], eu mesmo utilizo o famoso "combo" em diversos servidores de produção sem maiores problemas, claro, conto com máquinas bem dimensionadas para tarefa, mas em hardware mais modestos como o caso do pequeno, mas valente RaspBerry, precisamos otimizar ao máximo os recursos disponíveis.

Com o objetivo de criar um servidor Web com meu RaspBarry, para "estudos acadêmicos", então fui perguntar para meu amigo[google] o que ele recomendaria no lugar do combo LAMP, para minha surpresa a resposta foi: LEMP [Linux, NGINX, mysql e PHP]. O "E" da sigla vem da pronuncia de nginx, que se pronuncia `Engine x`. Os mais céticos provavelmente reclame do Mysql, bom no lugar poderemos utilizar o sqlight.

Então sem mais rodeios, vamos a descrição da solução encontrada:

Hardware:
    RaspBerry PI 2 Modelo B
    CPU: 900MHz quad-core ARM Cortex-A7
    RAM: 1GB
    SD: 32GB

Software:
    Sistema Operacional: Raspbian
        [Porte do Debian wheezy para CPU ARM]

Web-Server: Nginx
        [O Nginx é um servidor Web, proxy reverso, proxy balanceador de carga, e faz praticamente tudo que o Apache faz, só que muito mais rápido!]

PHP: PHP5-fpm
        [FPM (FastCGI Process Manager) é uma alternativa para a implementação PHP FastCGI com alguns recursos adicionais, principalmente usado em sites pesados. A decisão de utilizar o FPM no lugar da implementação tradicional do PHP é meramente acadêmica.]

DB-Server: Mysql

Implementação:
Para instalar os software foi utilizado os pacotes pré compilados distribuídos juntamente com o Raspbian via apt-get, para os mais puritanos, pode baixar e compilar os software sem problemas, só não esqueça de instalar os compiladores.

    1. Instalando/Configurando o nginx e PHP-fpm
   
        Uma das grandes vantagens do nginx e sua fácil configuração, vou demonstrar como instalar e configurar o nginx para utilizar o php-fpm.

        Instalando:
            apt-get install nginx php5-fpm php5-cli
           
            Note que também estou instalando o php5-cli, assim é possível executar scripts PHP diretamente no shell.

Configurando:       
        O arquivo de configuração do Server nginx está em /etc/nginx/nginx.conf, este arquivo é o responsável pelo comportamento do servidor Web Nginx, já o arquivo que contém a configurações do site esta em /etc/nginx/sites-available/default, seguindo o padrão do Debian.
       
        Dentro do arquivo encontramos a tag server {...}, dentro dela é que devemos colocar as configurações.
       
        Abaixo uma configuração minimalista de um host:
       
        server {
            listen 80;
            listen meusite.com:80;
            server_name meusite.com;
            #Diretório root do site, o mesmo DOCUMENT_ROOT do Apache
            root /usr/share/nginx/www/meusite.com;
            index index.html index.htm index.php;

            #Configuração para utilizar o PHP-fpm, onde o nginx envia os arquivos .php para o PHP-fpm.
            location ~ .php$ {
                try_files $uri =404;
                fastcgi_pass unix:/var/run/php5-fpm.sock;
                fastcgi_index index.php;
                fastcgi_param SCRIPT_FILENAME $document_root$fastcgi_script_name;
                include fastcgi_params;
            }
        }

        Mais opções estão disponíveis neste web server, porem, minhas necessidades não requerem configurações mais elaboradas.
       
2. Instalando Mysql
       
            A instalação do mysql é bastante simples, o único detalhe solicitado pelo instalador é senha root do mysql.

Instalação:
                apt-get install php5-mysql mysql-server php5-sqlite php5-odbc
           
    Com isso terminamos a instalação dos pacotes.
   
    Para finalizar precisamos reiniciar os servidos, execute:
   
        /etc/init.d/mysql stop; /etc/init.d/mysql start
        /etc/init.d/nginx stop; /etc/init.d/nginx start
        /etc/init.d/php5-fpm stop;  /etc/init.d/php5-fpm start
       
        Para muitos o ultimo comando pode ser um pouco estranho, mas uma das características o php5-fpm é ser executado como um daemon
   
    E finalmente testamos as configurações, abra seu navegador favorito e acesso o endereço do seu servidor.
        http://ip_do_servidor/
   
    Lembre de colocar um arquivo index.php dento do diretório root do site.
        Exemplo de index.php           
                                 echo 'Teste do Web Server NGINX com PHP-pfm';
            ?>
             Ou utilizando a função phpinfo:
                               phpinfo();
              ?>

           
    Referencias:
    http://www.raspberrypi.org
    https://www.raspbian.org/
    https://www.raspberrypi.org/downloads/raspbian/
    http://nginx.org/en/
    http://php.net/manual/pt_BR/install.fpm.php
    https://www.mysql.com/
    http://php.net/manual/pt_BR/book.sqlite.php
    https://www.sqlite.org/about.html

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Substituir palavras com o VIM

No VIM, para subtituir palavra dentro do texto basta:
Precione ESC :%s/Antiga/Nova/gc

A opção "c" no final da linha irá pedir confirmação para cada ocorrencia encontrada.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Entendendo a saída do comando ifconfig

Vamos analisar a saída do comando ifconfig abaixo:


# ifconfig
eth0 Link encap 10Mbps Ethernet HWaddr 00:00:C0:90:B3:42
inet addr 172.16.1.2 Bcast 172.16.1.255 Mask 255.255.255.0
UP BROADCAST RUNNING MTU 1500 Metric 0
RX packets 3136 errors 217 dropped 7 overrun 26
TX packets 1752 errors 25 dropped 0 overrun 0

ppp0 Link encap:Point-to-Point Protocol
inet addr:187.15.72.157 P-t-P:200.200.200.200 Mask:255.255.255.255
UP POINTOPOINT RUNNING MULTICAST MTU:1400 Metric:1
RX packets:1504239 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:1155539 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
collisions:0 txqueuelen:3
RX bytes:1905349557 (1.7 GiB) TX bytes:81721536 (77.9 MiB)

imq0 Link encap:UNSPEC HWaddr 00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00
UP RUNNING NOARP MTU:1500 Metric:1
RX packets:2647959 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:2647730 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
collisions:0 txqueuelen:30
RX bytes:1987468198 (1.8 GiB) TX bytes:1987198741 (1.8 GiB)

Descrição dos campos:
Link encap: Tipo de conexão do link (ethernet, ponto-a-ponto, etc)
HWAddr: Endereço de hardware (MAC Address) da interface. Nem todas as interfaces possuem. Nesse caso, pode aparecer como 00-00-00- ... ou simplesmente não aparecer.
UP BROADCAST RUNNING MTU 1500 Metric 0: Indica as características da interface de rede:

UP/RUNNING: indica que a inteface está ativa.
BROADCAST/MULTICAST: indica que a interface suporta esta modalidade de tráfego (broadcast / unicast)
MTU: Quantidade máxima de bytes que a interface pode transmitir/receber a cada operação.
Metric: Não é utilizado.
NOARP: Indica que a interface não suporta operações com endereços de hardware (MAC)

inet addr: endereço IPv4 da interface (não é orbigatório).
inet6 addr: endereço IPv6 da interface (não é orbigatório).
P-t-P: Indica o endereço da "outra ponta" da conexão (apenas para conexões ponto-a-ponto).
Bcast: Endereço de Broadcast da interface (apenas se houver um endereço IPv4 configurado).
Mask: Máscara de rede da interface (apenas se houver um endereço IPv4 configurado).
RX e TX: Contabiliza os pacotes recebidos (RX) e enviados (TX), bem como os descartados por motivos diversos na transmissão e recepção.
errors: pacotes que não puderam ser transmitidos/recebidos devido a erros (nos próprios pacotes).
dropped: normalmente indica erros de configuração/comunicação. Ex: um equpamento está operando em half-duplex, enquanto o outro está em full-duplex.
overruns: a interface possui duas filas (ou buffers), uma de transmisão e outra de recepção, com um determinado tamanho. Quando essa fila "enche", os pacotes excedentes são descartados como overruns. Em suma: a interface de rede está tentando receber/transmitir mais pacotes/segundo do que o sistema como um todo (interfaces de rede, processador, etc) suporta.
frame: quadros (frames) mal formados.
carrier: erro no link físico. Má fiação, cabos de rede e energia juntos, etc.
collisions: Colisões de rede. Comuns em ambientes com HUBS. Não deveriam ocorrer em ambientes com switches. Se for o caso, cheque a configuração dos equipamentos no tocante ao modo DUPLEX (HALF/FULL) utilizado.
txqueuelen: tamanho da fila (buffer) de transmissão. Normalmente não é necessário alterar o valor padrão.
RX bytes / TX bytes: quantidade de bytes recebidos / transmitidos.

FONTE: http://pragasdigitais.blogspot.com/2011/04/ifconfig-errors-dropped-overrun.html

sexta-feira, 17 de junho de 2011

tar – Agrupando arquivos

Tar é abreviatura de Tape ARchive, é um formato utilizado para arquivar vários arquivos em um único arquivo.

Por padrão, o tar espera que os procedimentos de armazenamento e extração sejam feitos em uma fita DAT, mas graças ao parâmetro -f podemos utilizá-lo em arquivos comuns do sistema.

Sintaxe: $ tar    [arquivos]

Opções:

-f Possibilita a utilização do tar para arquivos

-v modo verbose

-c criar (agrupar)

exemplo: tar -cf backup_etc.tar /etc

-x para extrair (desagrupar)

exemplo: tar -xvf ../backup_etc.tar

-t para listar

exemplo: tar -tf backup_etc.tar

-z Utilizado para compactar/descompactar arquivos no formato tar.gz.

Compactar:
tar -vzcf nomedoarquivo.tar.gz arquivos1 arquivo2

Descompactar:

tar -vzxf nomedoarquivo.tar.gz

-j Utilizado para compactar/descompactar arquivos no formato bzip2.gz.
Compactar:

tar -jcvf nomedoarquivo.tar.bz2 arquivo1 arquivo2

Descompactar:

tar -jxvf nomedoarquivo.tar.bz2

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Acesso via SSH sem Senha!!!

Nos dias de hoje o mais comnum entre administradores de redes é utilizar uma máquina com windows e desta máquina realiza o acesso aos servidores via ssh, para windows o cliente mas utilizado é o putty e o conjunto de ferramentas que o sercam.

Para este tutorial vamos utilizar as seguites ferramentas

Putty - Cliente SSH
PuTTYgen - Regador de Key
O Primeiro passo é a criação das chaves Publica e Privada com o utilitário PuTTYgen, configure de acordo com a figura 1 e clique em generate.

Figura 1


Figura 2

A figura 2 mostra o Puttygen reando as chaves, atente para o retangulo na parte superior da figura 2, que para gera a chaves deve-se movimentar o mouse, isso ira gera códigos aleatórios para a criação das chaves.

Na figura 3, temos a Keys publicas e privadas geradas, agora temos que copiar a chave Publica, que esta no retangulo 1, para o arquivo .ssh/authorized_keys no servidor que queremos acessar dento do home do usuário.


Figura 3

Logo abaixo temos a opção de salvar as chaves, salve-as em algum lugar seguro, não envie as chaves por midias não seguras, tipo e-mail e msn ...

Para copiar a chave publica para o servidor de forma segura podemos usar algum cliente de SFTP/SCP (FTP seguro) como por exemplo o WinSCP e o FileZilla ou utilizar as proprias ferramentas do que acompanham o Putty como o pscp.

C:\>pscp.exe chave-publica root@200.15.1.104:/root

O comando envia a chave publica para o servidor 200.15.1.104 utilizando a conta root.
Acesse o servidor e execute o seguinte comando:

# cat chave-publica >> .ssh/authorized_keys
Note o uso de >> para acrescentar a chave no final do arquivo.

DICA IMPORTANTE: Quando a chave publica é salva ela perde o formato original que esta na figura 3 retângulo 1, para solucionar este problema devemos editar o arquivo .ssh/authorized_keys e deixar a chave no seguite formato:

---- BEGIN SSH2 PUBLIC KEY ----
Comment: "rsa-key-20110414"
ssh-rsa AAAAB3NzaC1yc2EAAAABJQAAAIBmCkHNYKa5e1ivs0D2n/3q/nIST2f7evAqSOanmIn5+EOQfioJR56f2v29koOlgGqOph6q5jwEVPeiDtZO6eK
//Kfp+byVnTNB8JB6Yy0XWIQG4opK7BMnSyk362ESDNUxZ8xfmR4INR5i4P
Ew8DC7AqyCarkkLPe7XONKEK8Liw==
---- END SSH2 PUBLIC KEY ----

OBS.: Devemos inserir ssh-rsa no inicio da linha e deixar chave em uma única linha, realize esta operação no servidor, não edite no windows.


Agora basta configurar o Putty para enviar nossa chave privada na hora de realizar o login no servidor.

Figura 4

Configure o IP a porta e salve a conexão.

Figura 5

Na guia da da esquerda entre na opção conection/SSH/Auth na esquerda clique em Browse e informe o caminho para onde esta as chave privada.
Volte na guia session salve novamente a conexão.

Pronto!!! Se tudo correu conforme o planeja do quando abrirmos a conexão bastará informar o nome do usuario e o login ocorrerá automaticamente.

Dica final: podemos configurar o usuario na guia conectiona/data auto-login username. Não esqueça de salvar.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Configurando IP Fixo no CentOS

Edite o arquivo ifcfg-ethX, onde X é o número da interface

vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

Altere as configurações conforme suas necessidades:

DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
BROADCAST=192.168.0.255
IPADDR=192.168.0.107
NETMASK=255.255.255.0
NETWORK=192.168.0.0
GATEWAY=192.168.0.254
ONBOOT=yes
TYPE=Ethernet

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Trabalhando com Timestamp

Gerando o Timestamp no Linux:

$ date +%s

Transformando o Timestamp em data:

$ date -d @1294833552 +%c

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Instalando e configurando Broadcom NetXtreme II BCM5708 no Debian Lenny

Recentemente tive problemas para instalar um Servidor dell PowerEdge 1950 com uma NIC Broadcom Corporation NetXtreme II BCM5708

Saída do comando lspci:
...
08:00.0 Ethernet controller: Broadcom Corporation NetXtreme II BCM5708 Gigabit E thernet (rev 12)
...

Após algumas "Googladas" descobri este site: http://http.us.debian.org/debian/pool/non-free/f/firmware-nonfree/, que contem os firmware de placas de redes não Free.

Basta baixar o arquivo para sua placa e instalar via dpkg. No caso do da Broadcom o arquivo que deve ser Baixado é firmware-bnx2_0.27_all.deb.

Após instalar verifique se modulo bnx2 está carregado, para isso use o comando lsmod, configure o arquivo /etc/network/interfaces conforme as necessidades de sua rede.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Entendendo o arquivo fstab do Linux

por Helbert Rocha no dia 10/jan/2010 em Tutoriais

O arquivo fstab para muitos iniciantes em Linux é algo terrível de se entender. Esse arquivo é muito importante dentro do sistema devido à sua possibilidade de customização e grande importância na produtividade diária de um desktop Linux. São poucos os usuários que possuem mais de um disco rígido no computador e que não tiveram que editar o arquivo fstab. Entenda-o agora de forma didática e simples. Você nunca mais precisará chamar aquele amigo mais entendido de Linux para resolver esse problema. Aprenda a ser um usuário livre dentro de um sistema operacional livre como é o Linux.
Fstab

Para abrirmos o arquivo fstab devemos, no terminal do Ubuntu (isso varia de distro para distro e de Gnome para KDE), digitar:

sudo gedit /etc/fstab

Vemos abaixo um exemplo de uma linha do arquivo Fstab:

/dev/cdrom /media/cdrom auto ro,noauto,user,exec 0 0

A primeira coluna (/dev/cdrom) corresponde ao hardware que queremos montar. A segunda coluna significa o lugar que queremos montar (lugar que aparecerá o seu conteúdo) o hardware, no caso, o cdrom (/media/cdrom). Na terceira coluna (auto) começa a complicar um pouco.
auto

Essa opção se refere ao sistema de arquivos da unidade. Se ela é ext3, ext4, ntfs, etc. Recomendável deixar a opção auto, que o sistema de arquivos será detectado automaticamente.
Em seguida teremos a quarta coluna (ro,noauto,user,exec). Ela é composta de valores em sequência e sem espaço entre elas. Vamos tentar entender o que significa esses valores.
ro e rw

O ro significa read-only ou somente leitura. E rw significa read-write ou leitura e escrita.
auto e noauto

Com a opção automática (auto), o dispositivo será montado automaticamente (na inicialização). auto é a opção padrão. Se você não quer que o dispositivo seja montado automaticamente, use a opção noauto. Com noauto, o dispositivo pode ser montado apenas manualmente.
user e nouser

Estas são opções muito úteis. A opção do usuário (user) permite que os usuários normais montem o dispositivo, ao passo que nouser permite apenas ao root montar o dispositivo. nouser é o padrão, que é uma das principais causas de dor de cabeça para os novos usuários Linux. Se você não é capaz de montar o seu cdrom, disquete, partição do Windows, ou algo como um usuário normal, adicione a opção do usuário no /etc/fstab.
exec e noexec

exec permite executar binários que estão nessa partição, enquanto noexec não permite que você faça isso. noexec pode ser útil para uma partição que contém os binários que você não deseja executar no seu sistema, ou que nem sequer pode ser executado em seu sistema. Este poderia ser o caso de uma partição Windows. exec é a opção padrão, que é uma coisa boa. Imagine o que aconteceria se você acidentalmente utilizar a opção noexec com sua partição raiz do Linux…
sync e async

Como a entrada e saída para o sistema de arquivos deve ser feito. sync significa que é feito de forma síncrona. Se você olhar para o fstab da unidade de disquete, você vai perceber que esta é a opção utilizada. Significa que quando você, por exemplo, copiar um arquivo para o disquete, as alterações são gravadas no disquete, no mesmo tempo que você emitir o comando de cópia. No entanto, se você tem a opção async em /etc/fstab, entrada e saída são feitas de forma assíncrona. Agora, quando você copiar um arquivo para o disquete, as alterações podem ser fisicamente gravadas muito tempo depois de emitir o comando. Isso não é ruim, e pode ser favorável, mas pode causar alguns acidentes desagradáveis: se você acabou de remover o disquete sem desmontar primeiro, o arquivo copiado pode não existir fisicamente no disquete ainda! async é o padrão. No entanto, use a sincronização com o disquete, especialmente se você está acostumado ao modo como ele é feito no Windows e tem uma tendência a retirar os disquetes antes de desmontar primeiro.

Você pode ainda ao invés de usar todas essas variáveis, utilizar uma opção que reúne todas as opções padrão na quarta coluna.
defaults

Usa as opções padrão que são rw,exec,auto,nouser,async. Exemplo:

/dev/hda2 / ext2 defaults 1 1

Na quinta coluna, temos um número que pode ser 0 ou 1. Se 0, a unidade não será checada pela análise de sistema de arquivos do Linux rotineiramente. A sexta coluna, é apenas a ordem em que será verificado o sistema de arquivos. Se 1, será o primeiro. Se 2, será a segunda unidade a ser verificada.
Exemplos de linhas no fstab

/dev/fd0 /media/floppy auto rw,noauto,user,sync 0 0
/dev/cdrom /media/cdrom auto ro,noauto,user,exec 0 0
/dev/hda2 / ext2 defaults 1 1
/dev/hdb1 /home ext2 defaults 1 2

Artigo Publicado em: http://meupinguim.com/entendendo-arquivo-fstab-linux/

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Eliminando linhas em branco

Para eliminar linhas em branco de um arquivo texto, utilizando o VIM utilize o seguinte comando:

# vim arquivo_texto

--> dentro do vim precione ESC digite :g/^$/d

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Livro sobre Linux para download grátis

Enviado por Tales A. Mendonça (talesamΘgmail·com):

“Estou disponibilizando um de meus livros (Manual de Sobrevivência – Dicas e
Comandos do Mundo Linux) sobre Linux, para ser baixado gratuitamente. Este é um
livro técnico, um tipo de livro que nos salva na hora do aperto; contendo comandos
e dicas de forma mastigada, facilitando a vida dos utilizadores e administradores
do SO GNU/Linux.” [referência: tales.linuxhard.org]

http://tales.linuxhard.org/blog/livro-manual-de-sobrevivencia/

Fonte: http://br-linux.org/

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Instalando o Vim no CentOS

Para os amigos "Debianizados" uma ajudinha!!

yum install vim-enhanced
echo "alias vi=vim" >> ~/.bashrc
source ~/.bashrc

sábado, 24 de abril de 2010

Dica Rápida - Criar uma Imagem Iso no Linux

Recentemente precisei criar uma ISO de um CD e me deparei com a seguinte situação:

Na minha Estação de trabalho (winXP) não tinha nenhum programa para criação de ISO.

Foi quando lembrei que tinha uma máquina virtual com Debian instalada no meu PC, que uso para fazer os teste antes de implementar os servidores da empresa.

Lembrei do tempo que usava o dd do linux para fazer backup dos meu disquetes, mas que tempo doido, onde estava as gravadoras de CD/DVD os Pendriver ou até mesmo o gmail para guardar nossos arquivos pessoais? ....

Mas vamos ao que interessa:

Tenho uma mídia na unidade de CD, no linux ela é identificada como /dev/hdd, pois é a unidade slave da segunda IDE.

Comando:
# dd if=/dev/hdd of=/home/rutra/minhaiso.iso


if = origem
of = destinho

terça-feira, 13 de abril de 2010

Configurando IP fixo no Linux

Para esta tutorial foi utilizado o Debian-5.0.4 mas as informações são válidas para as demais versões e também suas derivadas.

Utilizando o seu editor de texto preferido, edit o
arquivo /etc/network/interfaces.
Alter as informações referente a sua interface de rede, o exemplo abaixo utiliza a interface eth0 que nos sistemas linux referece a primeira interface.

iface eth0 inet static //static - dhcp
address xxx.xxx.xxx.xxx //Endereço Ip do Servidor
netmask xxx.xxx.xxx.xxx //Mascara de Rede
network xxx.xxx.xxx.xxx //Rede
broadcast xxx.xxx.xxx.xxx //Endereço de broadcast da rede
gateway xxx.xxx.xxx.xxx //Gateway da Rede

Na linha iface eth0 inet static utiliza-se static para ip fixo ou dhcp para ip dinâmico, se configurado com dhcp as linhas logo abaixo devem ser comentas colocando um # no início da linha pois a configuração ficará a cargo do servidor dhcpd

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Comandos Linux - Guia rápido

Este guia tem como objetivo servir de Guia para consultas para aprendiz de feiticeiros.

Este guia foi escrito originalmente por Leonardo Mendes Vaz e humildemente implementado por este escriba

Link para Download: http://www.megaupload.com/?d=26VFE4G7

O arquivo esta no formato livre odt, se tiver problemas em abrir use o BrOffice.

terça-feira, 30 de março de 2010

Configuração Básica de Switch - Parte 2


Em muitos casos se faz necessário à recuperação da senha de telnet ou enable dos switch, ou por esquecimento ou por algum ex-funcionar que colocou senha e não faz mais parte do quadro de funcionários da empresa.

Recuperar senha do switch:

1º Passo:

Conectar no switch usando um cabo console, para isso use o HyperTerminal do Windows, clique em nova conexão e configure a porta serial para operar em:
bits por segundo: 9600
Bits de dados: 8
Paridade: Nenhum
Bits de Parada: 1
Controle de Fluxo: nenhum

2º Passo:

Desconectar o cabo de alimentação do switch.

3º Passo:

Pressionar o botão Mode e mantê-lo pressionado enquanto reconecta o cabo de alimentação do switch, mantenha o botão Mode pressionado por dois segundos após o led da porta 1 do switch apagar.

4º Passo:

Uma mensagem com os comandos básico irá aparecer:

flash_init --> Inicializar o arquivo Flash
load_helper --> Carregar arquivos de ajuda
boot --> Boot do sistema do Switch

No prompt que aparece digite:

Switch:flash_init

Espere até o prompt ser liberado novamente

Para visualizar os arquivos no disco (flash)

Switch: dir flash:

Note que o arquivo config.text é o arquivo de configuração que contém as definições de senha.

5º Passo:

Renomear o arquivo de configuração para config.text.velho

Switch: rename flash:config.text flash:config.text.velho

6º Passo:

Inicialiar os switch:

Switch: boot

Após a inicialização do switch, será perguntado se você deseja entra no modo de configuração?

Responda no

7º Passo:

Entre no modo privilegiado

switch> enable

switch#

Neste ponto, basta refazer a configuração do switch

PS.: Lembre-se, sempre antes de salvar as configurações no switch de testá-las, pois os comandos dados são imediatamente carregados para memória é entram em execução após teclar ENTER.
Realizada a configuração e durante os teste você notou que o switch não aceita a senha de enable, como as configurações não foram salvas na NVRAM, basta desligar o switch que todos as configurações não salvas serão apagadas.