quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Horário de Verão 2015-2016 - Debian/CentOS
root@srv:~# ls -l /usr/share/zoneinfo/Brazil/
-rw-r--r-- 1 root root 626 Jun 15 2014 Acre // -5 horas em relação a Greenwich
-rw-r--r-- 1 root root 714 Jun 15 2014 DeNoronha // -2 horas em relação a Greenwich
-rw-r--r-- 1 root root 2001 Jun 15 2014 East // -3 horas em relação a Greenwich
-rw-r--r-- 1 root root 602 Jun 15 2014 West // -4 horas em relação a Greenwich
Cada arquivo representa uma região do Brasil. Estou 3 horas atrasado em relação ao Meridiano de Greenwich, representado pelo arquivo de zona East, este arquivo possui as linhas necessárias para a entrada e saída do horário de verão automaticamente.
Saiba mais: http://www.brasilescola.com/brasil/fuso-horario-brasileiro.htm
#Debian:
Atualizando e instalando:
apt-get update
apt-get install tzdata tzdata-java
zdump -v Brazil/East |grep 201[56]
date
ou
apt-get update && apt-get install tzdata tzdata-java && zdump -v Brazil/East |grep 201[5] && date
#CentOS
Atualizando e instalando:
yum install tzdata tzdata-java
zdump -v Brazil/East |grep 201[35]
date
ou
yum install tzdata tzdata-java && zdump -v Brazil/East |grep 201[35] && date
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Montando Pendrive no RaspBerry PI
Identificar o UUID do seu pendrive, assim caso o sistema sofra alguma alteração o pendrive vai ser sempre reconhecido e contado no seu devido lugar.
# ls -l /dev/disk/by-uuid/
lrwxrwxrwx 1 root root 9 Set 25 20:03 12ED-0B9A -> ../../sda
lrwxrwxrwx 1 root root 15 Jun 1 20:31 13d368bf-6dbf-4751-8ba1-88bed06bef77 -> ../../mmcblk0p2
lrwxrwxrwx 1 root root 15 Jun 1 20:31 15CD-3B79 -> ../../mmcblk0p1
lrwxrwxrwx 1 root root 10 Set 25 20:05 330C-8886 -> ../../sda1
Passo 2: Preparando o ponto de montagem
# mkdir /pendrive
# chown -R pi:pi /pendrive
Passo 3: Montando o pendrive com permissões de escrita para o usuário pi
As duas formas abaixo são válidas para montar o pendrive, note que uma é usada a notação com /dev/sda1 e na outra é utilizado o uuid do dispositivo, claro que na linha de comando o mais fácil é utilizar o /dev/sdxx
mount /dev/sda1 /media/usb -o uid=pi,gid=pi
mount -t vfat UUID=330C-8886 /pendrive -o uid=pi,gid=pi
Passo 4: Automatizando
Acrescente a linha abaixo no arquivo /etc/fstab
UUID=330C-8886 /pendrive vfat auto,users,rw,uid=pi,gid=pi 0 0
Não esqueça de altera a coluna UUID=330C-8886 com uuid listada no seu sistema.
Referências:
http://www.raspberrypi-spy.co.uk/2014/05/how-to-mount-a-usb-flash-disk-on-the-raspberry-pi/
terça-feira, 29 de setembro de 2015
RaspBerry PI2 como WebServer - LEMP
Implementação:
1. Instalando/Configurando o nginx e PHP-fpm
Uma das grandes vantagens do nginx e sua fácil configuração, vou demonstrar como instalar e configurar o nginx para utilizar o php-fpm.
Instalando:
apt-get install nginx php5-fpm php5-cli
Note que também estou instalando o php5-cli, assim é possível executar scripts PHP diretamente no shell.
Configurando:
O arquivo de configuração do Server nginx está em /etc/nginx/nginx.conf, este arquivo é o responsável pelo comportamento do servidor Web Nginx, já o arquivo que contém a configurações do site esta em /etc/nginx/sites-available/default, seguindo o padrão do Debian.
Dentro do arquivo encontramos a tag server {...}, dentro dela é que devemos colocar as configurações.
Abaixo uma configuração minimalista de um host:
server {
listen 80;
listen meusite.com:80;
server_name meusite.com;
#Diretório root do site, o mesmo DOCUMENT_ROOT do Apache
root /usr/share/nginx/www/meusite.com;
index index.html index.htm index.php;
#Configuração para utilizar o PHP-fpm, onde o nginx envia os arquivos .php para o PHP-fpm.
location ~ .php$ {
try_files $uri =404;
fastcgi_pass unix:/var/run/php5-fpm.sock;
fastcgi_index index.php;
fastcgi_param SCRIPT_FILENAME $document_root$fastcgi_script_name;
include fastcgi_params;
}
}
Mais opções estão disponíveis neste web server, porem, minhas necessidades não requerem configurações mais elaboradas.
2. Instalando Mysql
A instalação do mysql é bastante simples, o único detalhe solicitado pelo instalador é senha root do mysql.
Instalação:
apt-get install php5-mysql mysql-server php5-sqlite php5-odbc
Com isso terminamos a instalação dos pacotes.
Para finalizar precisamos reiniciar os servidos, execute:
/etc/init.d/mysql stop; /etc/init.d/mysql start
/etc/init.d/nginx stop; /etc/init.d/nginx start
/etc/init.d/php5-fpm stop; /etc/init.d/php5-fpm start
Para muitos o ultimo comando pode ser um pouco estranho, mas uma das características o php5-fpm é ser executado como um daemon
E finalmente testamos as configurações, abra seu navegador favorito e acesso o endereço do seu servidor.
http://ip_do_servidor/
Lembre de colocar um arquivo index.php dento do diretório root do site.
Exemplo de index.php
echo 'Teste do Web Server NGINX com PHP-pfm';
?>
Ou utilizando a função phpinfo:
phpinfo();
?>
Referencias:
http://www.raspberrypi.org
https://www.raspbian.org/
https://www.raspberrypi.org/downloads/raspbian/
http://nginx.org/en/
http://php.net/manual/pt_BR/install.fpm.php
https://www.mysql.com/
http://php.net/manual/pt_BR/book.sqlite.php
https://www.sqlite.org/about.html
domingo, 29 de julho de 2012
Trabalhando com Mysql
Segue abaixo algum comandos utilizados na manipulação de bases MySQL:
Criando bases MySQL:
CREATE DATABASE `teste`;
Criando usuário e privilégios para o bando de dados:
CREATE USER username [IDENTIFIED BY [PASSWORD] '123456' ]
Onde: username = nome do usuário e '123456' é a senha
Adicionar usuário ao bando
GRANT ALL PRIVILEGES ON teste.* TO 'username'@'localhost' IDENTIFIED BY '123456' WITH GRANT OPTION;
Onde:
teste = nome do banco de dados acima criado;
username = nome do usuário acima criado;
123456 = senha do usuário que criamos;
Criando tabelas no MySQL:
CREATE TABLE nome_tabela (
nome_campo_1 tipo_1,
nome_campo_2 tipo_2,
nome_campo_n tipo_n,
PRIMARY KEY (campo_x)
);
Tipos de campos
Tipo | Descrição
-----------------------------------------------------
INT | Valor inteiro
REAL | Valor de ponto flutuante
CHAR(tamanho) | Valor de caractere de tamanho fixo. Valor inferior ao definido será deixado em branco.
TEXT(tamanho) | Valor de caractere de tamanho variável.
VARCHAR(tamanho) | Valor de caractere de tamanho variável. Valores inferiores ao definido serão suprimidos.
DATE | Valor para datas do tipo (AAAA-MM-DD)
TIME | Valor de tempo padrão
DATETIME | Valor para data e hora agregados.
Exemplo:
CREATE TABLE clientes(
codigo int(4) AUTO_INCREMENT,
nome varchar(30) NOT NULL,
email varchar(50),
data_nascimento date,
PRIMARY KEY (codigo)
);
null/not null deve-se escolher um dos dois para indicar se o campo aceita valores nulos ou não
AUTO_INCREMENT Incrementa valor automaticamente
PRIMARY KEY define a chave primária da tabela
NOT NULL preenchimento obrigatório
Exemplo de comando para inserir dados em uma tabela:
INSERT into clientes VALUES ('','Fulano','fulano@email.com.br','1988-08-08')
Corrigindo estrutura da tabela:
Comando ALTER TABLE e usar os parâmetros ADD e CHANGE.
Exemplos:Adicionando o campo "codcurso" na tabela Alunos:
mysql> alter table ALUNOS
-> add codcurso char(2) not null;
Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)
Records: 0 Duplicates: 0 Warnings: 0
Alterando o tamanho do campo "nomecurso" na tabela Cursos:
mysql> alter table CURSOS
-> change nomecurso nomecurso varchar(50);
Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)
Records: 0 Duplicates: 0 Warnings: 0
Visualizando estrutura de uma tabela:
desc nome_da_tabela;
Exibir tabelas do bando de dados atual:
SHOW TABLES;
Exibindo bancos de dados:
SHOW DATABASES;
Alternando entre bancos de Dados:
USE data_base;
Database changed
Próximo Post: Como importar consultas SQL para o Microsoft Excel (Facilita bastante a vida para criar e gerar relatórios)
Fonte: Páginas da internet.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Substituir palavras com o VIM
Precione ESC :%s/Antiga/Nova/gc
A opção "c" no final da linha irá pedir confirmação para cada ocorrencia encontrada.
sábado, 3 de setembro de 2011
Meu Quinhão

Reconhecidos em muitos lugares com um terra longeva, nosso povo é formado por uma mescla de etnias, fomos forjados no calor das peleias a ferro e fogo, e defendemos sem medo, de adaga em punho este quinhão.
Mas toda esta garra e bravura não nos torna brutos, sim, temos uma personalidade forte e marcante que só de entrar no recinto já somos reconhecidos, cultivamos nossos costumes e tradições passando-os aos nossos piás deste o momento do nascimento.
Terra que emanam leite e mel, fabricamos de calçados a Computadores, vinhos a caminhões, milho a até grandes Top Model, de grande notoriedade em outras terras.
E nossas belezas naturais! Possuímos a maior praia do mundo com cerca de 220 Km, ruínas de grande valor histórico e local de fé e meditações, quedas d'agua que lembra um caracol, fauna em abundancia, nossos pingos, grandes amigos de longas jornadas, sem falar de nossa serra, que beleza indescritível.
Música que a cada acorde de uma velha gaita, canta em prosas e versos nossas façanhas. Versos que só quem nasceu neste quinhão sabe interpretar.
De clima subtropical com quatro estações, vislumbra-se o espetáculo do cair das folhas e o sol, que ao longe vem despontando sobre esta terra como uma brasa que aquece os dias em que o minuano teima em cortar nossos corações.
Todo guri, desde o ventre, sabe que só existe duas cores nesta vida o Vermelho, como o sangue e o Azul do céu, são duas paixões deste povo.
Quando se reunimos para colocar a prosa em dia, duas coisas não podem faltar, um bom e tupetudo amargo e um fogo de chão.
De nosso chão, já saíram grandes nomes, pessoas que marcaram com fogo seu nome na história, não só desta terra como em terras vizinhas.
Minha vestimenta depende do tempo em que vivemos, com fervor nos pilchamos de bota, bombacha e faca na cintura e assim estamos trajados, na mais alta estirpe, em tempos outroros já vestimos farrapos, com muito orgulho.
Em meu chão, tratamos as mulheres com o respeito que a elas é devido, pois, forram elas que nos deram a vida e acalentaram em seu peito. Conhecida com prenda, sinônimo de joia preciosa de valor inestimável.
E para quem não sabe chegar em meu quinhão, siga o rumo do teu coração, e verás que esta terra é o meu AMADO RIO GRANDE DO SUL. Sou Gaúcho de alma e coração.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Entendendo a saída do comando ifconfig
# ifconfig
eth0 Link encap 10Mbps Ethernet HWaddr 00:00:C0:90:B3:42
inet addr 172.16.1.2 Bcast 172.16.1.255 Mask 255.255.255.0
UP BROADCAST RUNNING MTU 1500 Metric 0
RX packets 3136 errors 217 dropped 7 overrun 26
TX packets 1752 errors 25 dropped 0 overrun 0
ppp0 Link encap:Point-to-Point Protocol
inet addr:187.15.72.157 P-t-P:200.200.200.200 Mask:255.255.255.255
UP POINTOPOINT RUNNING MULTICAST MTU:1400 Metric:1
RX packets:1504239 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:1155539 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
collisions:0 txqueuelen:3
RX bytes:1905349557 (1.7 GiB) TX bytes:81721536 (77.9 MiB)
imq0 Link encap:UNSPEC HWaddr 00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00
UP RUNNING NOARP MTU:1500 Metric:1
RX packets:2647959 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:2647730 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
collisions:0 txqueuelen:30
RX bytes:1987468198 (1.8 GiB) TX bytes:1987198741 (1.8 GiB)
Descrição dos campos:
Link encap: Tipo de conexão do link (ethernet, ponto-a-ponto, etc)
HWAddr: Endereço de hardware (MAC Address) da interface. Nem todas as interfaces possuem. Nesse caso, pode aparecer como 00-00-00- ... ou simplesmente não aparecer.
UP BROADCAST RUNNING MTU 1500 Metric 0: Indica as características da interface de rede:
UP/RUNNING: indica que a inteface está ativa.
BROADCAST/MULTICAST: indica que a interface suporta esta modalidade de tráfego (broadcast / unicast)
MTU: Quantidade máxima de bytes que a interface pode transmitir/receber a cada operação.
Metric: Não é utilizado.
NOARP: Indica que a interface não suporta operações com endereços de hardware (MAC)
inet addr: endereço IPv4 da interface (não é orbigatório).
inet6 addr: endereço IPv6 da interface (não é orbigatório).
P-t-P: Indica o endereço da "outra ponta" da conexão (apenas para conexões ponto-a-ponto).
Bcast: Endereço de Broadcast da interface (apenas se houver um endereço IPv4 configurado).
Mask: Máscara de rede da interface (apenas se houver um endereço IPv4 configurado).
RX e TX: Contabiliza os pacotes recebidos (RX) e enviados (TX), bem como os descartados por motivos diversos na transmissão e recepção.
errors: pacotes que não puderam ser transmitidos/recebidos devido a erros (nos próprios pacotes).
dropped: normalmente indica erros de configuração/comunicação. Ex: um equpamento está operando em half-duplex, enquanto o outro está em full-duplex.
overruns: a interface possui duas filas (ou buffers), uma de transmisão e outra de recepção, com um determinado tamanho. Quando essa fila "enche", os pacotes excedentes são descartados como overruns. Em suma: a interface de rede está tentando receber/transmitir mais pacotes/segundo do que o sistema como um todo (interfaces de rede, processador, etc) suporta.
frame: quadros (frames) mal formados.
carrier: erro no link físico. Má fiação, cabos de rede e energia juntos, etc.
collisions: Colisões de rede. Comuns em ambientes com HUBS. Não deveriam ocorrer em ambientes com switches. Se for o caso, cheque a configuração dos equipamentos no tocante ao modo DUPLEX (HALF/FULL) utilizado.
txqueuelen: tamanho da fila (buffer) de transmissão. Normalmente não é necessário alterar o valor padrão.
RX bytes / TX bytes: quantidade de bytes recebidos / transmitidos.
FONTE: http://pragasdigitais.blogspot.com/2011/04/ifconfig-errors-dropped-overrun.html
sexta-feira, 17 de junho de 2011
tar – Agrupando arquivos
Tar é abreviatura de Tape ARchive, é um formato utilizado para arquivar vários arquivos em um único arquivo.
Por padrão, o tar espera que os procedimentos de armazenamento e extração sejam feitos em uma fita DAT, mas graças ao parâmetro -f podemos utilizá-lo em arquivos comuns do sistema.
Sintaxe: $ tar [arquivos] Opções:
-f Possibilita a utilização do tar para arquivos
-v modo verbose
-c criar (agrupar)
exemplo: tar -cf backup_etc.tar /etc
-x para extrair (desagrupar)
exemplo: tar -xvf ../backup_etc.tar
-t para listar
exemplo: tar -tf backup_etc.tar
-z Utilizado para compactar/descompactar arquivos no formato tar.gz.
Compactar:
tar -vzcf nomedoarquivo.tar.gz arquivos1 arquivo2
Descompactar:
tar -vzxf nomedoarquivo.tar.gz
-j Utilizado para compactar/descompactar arquivos no formato bzip2.gz.
Compactar:
tar -jcvf nomedoarquivo.tar.bz2 arquivo1 arquivo2
Descompactar:
tar -jxvf nomedoarquivo.tar.bz2
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Mingau de Raposa

Como já disse um grande homem: "Nem só de pão vive o homem", este humilde escriba adaptou o provérbio: "Nem só de Bits vive os neds".
Sendo assim, vou descrever aqui como fazer o melhor "Mingau de Raposa" da sua vida...
Material:
1 panela de ferro grande
Colher de pau
Ingredientes:
6 tomates
4 cebolas
1 pimentão verde
1 pimentão vermelho
500g de farinha de mandioca
2 kilos de espinhaço de ovelha (serrados como chuleta)
Pimenta a gosto
Óleo
Modo de Preparar:
Coloque na panela o óleo e o espinhaço de ovelha, aproveite para colocar a pimenta, e deixe fritar para selar, fatie os tomates, cebolas e pimentões e reserve.
Vá adicionando água no espinhaço para não queimar e pegar na panela, mexendo de vez enquanto.
Após fritar o espinhaço adicione o tomate a cebola e o pimentão, adicione um pouco de água e deixe ferver até desmanchar o tomate e a cebola, feito isso, comece a adicionar a farinha de mandioca mexendo sempre até o molho virar um Mingau.
Sirva com arroz branco e um bom vinho tinto seco.
Rendimento: 8 pessoas
Pergunta: onde fica a raposa nesta história?
Simples. Seja inteligente com a raposa vá ao quintal do vizinho pegue uma ovelha e o convide para jantar .... HEHEHEHEEHEH.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Acesso via SSH sem Senha!!!
Para este tutorial vamos utilizar as seguites ferramentas
O Primeiro passo é a criação das chaves Publica e Privada com o utilitário PuTTYgen, configure de acordo com a figura 1 e clique em generate.
Putty - Cliente SSH
PuTTYgen - Regador de Key
A figura 2 mostra o Puttygen reando as chaves, atente para o retangulo na parte superior da figura 2, que para gera a chaves deve-se movimentar o mouse, isso ira gera códigos aleatórios para a criação das chaves.
Na figura 3, temos a Keys publicas e privadas geradas, agora temos que copiar a chave Publica, que esta no retangulo 1, para o arquivo .ssh/authorized_keys no servidor que queremos acessar dento do home do usuário.
Logo abaixo temos a opção de salvar as chaves, salve-as em algum lugar seguro, não envie as chaves por midias não seguras, tipo e-mail e msn ...
Para copiar a chave publica para o servidor de forma segura podemos usar algum cliente de SFTP/SCP (FTP seguro) como por exemplo o WinSCP e o FileZilla ou utilizar as proprias ferramentas do que acompanham o Putty como o pscp.
C:\>pscp.exe chave-publica root@200.15.1.104:/root
O comando envia a chave publica para o servidor 200.15.1.104 utilizando a conta root.
Acesse o servidor e execute o seguinte comando:
# cat chave-publica >> .ssh/authorized_keys
Note o uso de >> para acrescentar a chave no final do arquivo.
DICA IMPORTANTE: Quando a chave publica é salva ela perde o formato original que esta na figura 3 retângulo 1, para solucionar este problema devemos editar o arquivo .ssh/authorized_keys e deixar a chave no seguite formato:
---- BEGIN SSH2 PUBLIC KEY ----
Comment: "rsa-key-20110414"
ssh-rsa AAAAB3NzaC1yc2EAAAABJQAAAIBmCkHNYKa5e1ivs0D2n/3q/nIST2f7evAqSOanmIn5+EOQfioJR56f2v29koOlgGqOph6q5jwEVPeiDtZO6eK
//Kfp+byVnTNB8JB6Yy0XWIQG4opK7BMnSyk362ESDNUxZ8xfmR4INR5i4P
Ew8DC7AqyCarkkLPe7XONKEK8Liw==
---- END SSH2 PUBLIC KEY ----
OBS.: Devemos inserir ssh-rsa no inicio da linha e deixar chave em uma única linha, realize esta operação no servidor, não edite no windows.
Agora basta configurar o Putty para enviar nossa chave privada na hora de realizar o login no servidor.
Configure o IP a porta e salve a conexão.
Na guia da da esquerda entre na opção conection/SSH/Auth na esquerda clique em Browse e informe o caminho para onde esta as chave privada.
Volte na guia session salve novamente a conexão.
Pronto!!! Se tudo correu conforme o planeja do quando abrirmos a conexão bastará informar o nome do usuario e o login ocorrerá automaticamente.
Dica final: podemos configurar o usuario na guia conectiona/data auto-login username. Não esqueça de salvar.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Configurando IP Fixo no CentOS
vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0
Altere as configurações conforme suas necessidades:
DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
BROADCAST=192.168.0.255
IPADDR=192.168.0.107
NETMASK=255.255.255.0
NETWORK=192.168.0.0
GATEWAY=192.168.0.254
ONBOOT=yes
TYPE=Ethernet
quarta-feira, 6 de abril de 2011
yum no Red Hat 4
Como root, crie algo como:
mkdir /tmp/yum
cd tmp/yum
Baixe e instale os seguites arquivos:
wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm
Para instalar use: rpm -ivh nome_do_pacote
Atualize os repositórios:
yum update
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Governo fará censo para avaliar apagão de mão de obra de TI
Leia máteria na integra...
http://cio.uol.com.br/gestao/2011/02/02/governo-fara-censo-para-avaliar-apagao-de-mao-de-obra-de-ti/
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Trabalhando com Timestamp
$ date +%s
Transformando o Timestamp em data:
$ date -d @1294833552 +%c
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Instalando e configurando Broadcom NetXtreme II BCM5708 no Debian Lenny
Saída do comando lspci:
...
08:00.0 Ethernet controller: Broadcom Corporation NetXtreme II BCM5708 Gigabit E thernet (rev 12)
...
Após algumas "Googladas" descobri este site: http://http.us.debian.org/debian/pool/non-free/f/firmware-nonfree/, que contem os firmware de placas de redes não Free.
Basta baixar o arquivo para sua placa e instalar via dpkg. No caso do da Broadcom o arquivo que deve ser Baixado é firmware-bnx2_0.27_all.deb.
Após instalar verifique se modulo bnx2 está carregado, para isso use o comando lsmod, configure o arquivo /etc/network/interfaces conforme as necessidades de sua rede.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Entendendo o arquivo fstab do Linux
O arquivo fstab para muitos iniciantes em Linux é algo terrível de se entender. Esse arquivo é muito importante dentro do sistema devido à sua possibilidade de customização e grande importância na produtividade diária de um desktop Linux. São poucos os usuários que possuem mais de um disco rígido no computador e que não tiveram que editar o arquivo fstab. Entenda-o agora de forma didática e simples. Você nunca mais precisará chamar aquele amigo mais entendido de Linux para resolver esse problema. Aprenda a ser um usuário livre dentro de um sistema operacional livre como é o Linux.
Fstab
Para abrirmos o arquivo fstab devemos, no terminal do Ubuntu (isso varia de distro para distro e de Gnome para KDE), digitar:
sudo gedit /etc/fstab
Vemos abaixo um exemplo de uma linha do arquivo Fstab:
/dev/cdrom /media/cdrom auto ro,noauto,user,exec 0 0
A primeira coluna (/dev/cdrom) corresponde ao hardware que queremos montar. A segunda coluna significa o lugar que queremos montar (lugar que aparecerá o seu conteúdo) o hardware, no caso, o cdrom (/media/cdrom). Na terceira coluna (auto) começa a complicar um pouco.
auto
Essa opção se refere ao sistema de arquivos da unidade. Se ela é ext3, ext4, ntfs, etc. Recomendável deixar a opção auto, que o sistema de arquivos será detectado automaticamente.
Em seguida teremos a quarta coluna (ro,noauto,user,exec). Ela é composta de valores em sequência e sem espaço entre elas. Vamos tentar entender o que significa esses valores.
ro e rw
O ro significa read-only ou somente leitura. E rw significa read-write ou leitura e escrita.
auto e noauto
Com a opção automática (auto), o dispositivo será montado automaticamente (na inicialização). auto é a opção padrão. Se você não quer que o dispositivo seja montado automaticamente, use a opção noauto. Com noauto, o dispositivo pode ser montado apenas manualmente.
user e nouser
Estas são opções muito úteis. A opção do usuário (user) permite que os usuários normais montem o dispositivo, ao passo que nouser permite apenas ao root montar o dispositivo. nouser é o padrão, que é uma das principais causas de dor de cabeça para os novos usuários Linux. Se você não é capaz de montar o seu cdrom, disquete, partição do Windows, ou algo como um usuário normal, adicione a opção do usuário no /etc/fstab.
exec e noexec
exec permite executar binários que estão nessa partição, enquanto noexec não permite que você faça isso. noexec pode ser útil para uma partição que contém os binários que você não deseja executar no seu sistema, ou que nem sequer pode ser executado em seu sistema. Este poderia ser o caso de uma partição Windows. exec é a opção padrão, que é uma coisa boa. Imagine o que aconteceria se você acidentalmente utilizar a opção noexec com sua partição raiz do Linux…
sync e async
Como a entrada e saída para o sistema de arquivos deve ser feito. sync significa que é feito de forma síncrona. Se você olhar para o fstab da unidade de disquete, você vai perceber que esta é a opção utilizada. Significa que quando você, por exemplo, copiar um arquivo para o disquete, as alterações são gravadas no disquete, no mesmo tempo que você emitir o comando de cópia. No entanto, se você tem a opção async em /etc/fstab, entrada e saída são feitas de forma assíncrona. Agora, quando você copiar um arquivo para o disquete, as alterações podem ser fisicamente gravadas muito tempo depois de emitir o comando. Isso não é ruim, e pode ser favorável, mas pode causar alguns acidentes desagradáveis: se você acabou de remover o disquete sem desmontar primeiro, o arquivo copiado pode não existir fisicamente no disquete ainda! async é o padrão. No entanto, use a sincronização com o disquete, especialmente se você está acostumado ao modo como ele é feito no Windows e tem uma tendência a retirar os disquetes antes de desmontar primeiro.
Você pode ainda ao invés de usar todas essas variáveis, utilizar uma opção que reúne todas as opções padrão na quarta coluna.
defaults
Usa as opções padrão que são rw,exec,auto,nouser,async. Exemplo:
/dev/hda2 / ext2 defaults 1 1
Na quinta coluna, temos um número que pode ser 0 ou 1. Se 0, a unidade não será checada pela análise de sistema de arquivos do Linux rotineiramente. A sexta coluna, é apenas a ordem em que será verificado o sistema de arquivos. Se 1, será o primeiro. Se 2, será a segunda unidade a ser verificada.
Exemplos de linhas no fstab
/dev/fd0 /media/floppy auto rw,noauto,user,sync 0 0
/dev/cdrom /media/cdrom auto ro,noauto,user,exec 0 0
/dev/hda2 / ext2 defaults 1 1
/dev/hdb1 /home ext2 defaults 1 2
Artigo Publicado em: http://meupinguim.com/entendendo-arquivo-fstab-linux/
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Eliminando linhas em branco
# vim arquivo_texto
--> dentro do vim precione ESC digite :g/^$/d
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Livro sobre Linux para download grátis
“Estou disponibilizando um de meus livros (Manual de Sobrevivência – Dicas e
Comandos do Mundo Linux) sobre Linux, para ser baixado gratuitamente. Este é um
livro técnico, um tipo de livro que nos salva na hora do aperto; contendo comandos
e dicas de forma mastigada, facilitando a vida dos utilizadores e administradores
do SO GNU/Linux.” [referência: tales.linuxhard.org]
http://tales.linuxhard.org/blog/livro-manual-de-sobrevivencia/
Fonte: http://br-linux.org/
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Instalando o Vim no CentOS
yum install vim-enhanced
echo "alias vi=vim" >> ~/.bashrc
source ~/.bashrc